segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Clipping da Enamat: Juízes, idade mínima e reflexos nas decisões
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Nós da Língua - Prof. Diego Amorim: E o uso dos porquês?
Nós da Língua - Prof. Diego Amorim: E o uso dos porquês?: " Somente existem dois porquês na verdade! Sabiam? Vejamos: Por que = separado, somente usamos quando ele é usado para fazer pergun..."
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Mentiras que as Pessoas Contam...: Competição - determinismo ou acaso?
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Mentiras que as Pessoas Contam...: Projeções
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Livro: Intelectuais defendem que o mundo tem novo sistema de valores
da Livraria da Folha
Gilles Lipovetsky, professor de filosofia e teórico da hipermodernidade, e Jean Serroy, professor universitário especialista em literatura e cinema, assinalam que os conflitos sociais comuns no século passado, como burgueses e proletários, liberalismo e comunismo, não são mais centrais.
Em "A Cultura-Mundo: Resposta a uma Sociedade Desorientada", os dois intelectuais --usando referências históricas, sociológicas, psicológicas e estéticas-- defendem que o capitalismo entrou em um novo ciclo de funcionamento. Com tradução de Maria Lúcia Machado, o volume mostra como a cultura se tornou um setor econômico em expansão.
Entre outros livros, Lipovetsky escreveu "A Sociedade Pós-Moralista", "Os Tempos Hipermodernos", "A Felicidade Paradoxal", "A Era do Vazio" e "O Império do Efêmero".
Publicado pela editora Companhia das Letras, o volume tem lançamento previsto para o dia 22 de fevereiro e já está em pré-venda na Livraria da Folha.
Abaixo, leia um trecho do exemplar.
Ninguém melhor do que Nietzsche conseguiu teorizar a angústia do homem moderno diante da "morte de Deus". Mais nada é verdadeiro, mais nada é bom: quando os valores superiores perderam o direito de dirigir a existência, o homem ficou sozinho com a vida. Enquanto o sentimento de vazio aumenta, multiplicam-se comportamentos inebriantes para escapar à noite de um mundo sem valor, ao abismo da falta de objetivo e de sentido. Isso posto, esse modelo que sublinha o fundamento ontológico da crise do mundo moderno é uma etapa que agora se acha transposta. Pois a desorientação contemporânea não resulta mais apenas da depreciação dos valores superiores e da ruína dos fundamentos metafísicos do saber, da lei e do poder, mas da desintegração dos pontos de referência sociais mais comuns, mais "básicos", provocada pela nova organização do mundo. Em nossos dias, muitas vezes aponta-se a "globalização liberal" como o fator-chave da desestabilização dos indivíduos. A explicação é certamente aceitável, mas insuficiente. Outros elementos estruturais devem ser levados em conta. Na verdade, o desnorteio hipermoderno aumenta paralelamente com a excrescência do universo tecno-midiatico-mercantil e com o estilhaçamento dos enquadramentos coletivos, a individualização da existência, deixando os indivíduos à mercê de si mesmos
O mundo hipermoderno, tal como se apresenta hoje, organiza-se em torno de quatro polos estruturantes que desenham a fisionomia dos novos tempos. Essas axiomáticas são: o hipercapitalismo, força motriz da globalização financeira; a hipertecnicização, grau superlativo da universalidade técnica moderna; o hiperindividualismo, concretizando a espiral do átomo individual daí em diante desprendido das coerções comunitárias à antiga; o hiperconsumo, forma hipertrofiada e exponencial do hedonismo mercantil. Essas lógicas em constantes interações compõem um universo dominado pela tecnicização universalista, a desterritorialização acelerada e uma crescente comercialização planetarizada. É nessas condições que a época vê triunfar uma cultura globalizada ou globalista, uma cultura sem fronteiras cujo objetivo não é outro senão uma sociedade universal de consumidores.
Mercado, tecnociência, indivíduo: entregues apenas a si mesmos, esses princípios organizadores dominantes fizeram nascer uma cultura-mundo sem precedentes na história, geradora de um novo "mal-estar na civilização", de uma nova relação cultural com o mundo. Tudo em nosso mundo de racionalização mercantil e técnica tende a ocultar a dimensão cultural do sistema, de tanto que se afirmam, na primeira posição do agir, os fatores de eficácia e de rentabilidade. Contudo, a hipertécnica e a hipereconomia não produzem apenas um mundo racional-material; elas criam, propriamente falando, uma cultura, um mundo de símbolos, de significações e de imaginário social que tem como particularidade ter se tornado planetário. E, se é preciso falar de cultura-mundo, não é apenas em virtude da intensificação das trocas mercantis internacionais e da erosão das fronteiras geográficas, mas também de uma desregulamentação global em ação em todos os campos da vida social e individual. Não é apenas o "capitalismo desorganizado" das trocas e das mídias que define a cultura-mundo, mas um processo generalizado de desinstitucionalização e de interconexão, de circulação e de desterritorialização ordenando os novos quadros da vida social, cultural e individual.
Autores: Gilles Lipovetsky e Jean Serroy
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 208
Quanto: R$ (preço promocional de lançamento)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
| Divulgação |
| Mostra como a cultura se tornou um setor econômico em expansão |
Em "A Cultura-Mundo: Resposta a uma Sociedade Desorientada", os dois intelectuais --usando referências históricas, sociológicas, psicológicas e estéticas-- defendem que o capitalismo entrou em um novo ciclo de funcionamento. Com tradução de Maria Lúcia Machado, o volume mostra como a cultura se tornou um setor econômico em expansão.
Entre outros livros, Lipovetsky escreveu "A Sociedade Pós-Moralista", "Os Tempos Hipermodernos", "A Felicidade Paradoxal", "A Era do Vazio" e "O Império do Efêmero".
Publicado pela editora Companhia das Letras, o volume tem lançamento previsto para o dia 22 de fevereiro e já está em pré-venda na Livraria da Folha.
Abaixo, leia um trecho do exemplar.
O mundo hipermoderno, tal como se apresenta hoje, organiza-se em torno de quatro polos estruturantes que desenham a fisionomia dos novos tempos. Essas axiomáticas são: o hipercapitalismo, força motriz da globalização financeira; a hipertecnicização, grau superlativo da universalidade técnica moderna; o hiperindividualismo, concretizando a espiral do átomo individual daí em diante desprendido das coerções comunitárias à antiga; o hiperconsumo, forma hipertrofiada e exponencial do hedonismo mercantil. Essas lógicas em constantes interações compõem um universo dominado pela tecnicização universalista, a desterritorialização acelerada e uma crescente comercialização planetarizada. É nessas condições que a época vê triunfar uma cultura globalizada ou globalista, uma cultura sem fronteiras cujo objetivo não é outro senão uma sociedade universal de consumidores.
Mercado, tecnociência, indivíduo: entregues apenas a si mesmos, esses princípios organizadores dominantes fizeram nascer uma cultura-mundo sem precedentes na história, geradora de um novo "mal-estar na civilização", de uma nova relação cultural com o mundo. Tudo em nosso mundo de racionalização mercantil e técnica tende a ocultar a dimensão cultural do sistema, de tanto que se afirmam, na primeira posição do agir, os fatores de eficácia e de rentabilidade. Contudo, a hipertécnica e a hipereconomia não produzem apenas um mundo racional-material; elas criam, propriamente falando, uma cultura, um mundo de símbolos, de significações e de imaginário social que tem como particularidade ter se tornado planetário. E, se é preciso falar de cultura-mundo, não é apenas em virtude da intensificação das trocas mercantis internacionais e da erosão das fronteiras geográficas, mas também de uma desregulamentação global em ação em todos os campos da vida social e individual. Não é apenas o "capitalismo desorganizado" das trocas e das mídias que define a cultura-mundo, mas um processo generalizado de desinstitucionalização e de interconexão, de circulação e de desterritorialização ordenando os novos quadros da vida social, cultural e individual.
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"A Cultura-Mundo"Autores: Gilles Lipovetsky e Jean Serroy
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 208
Quanto: R$ (preço promocional de lançamento)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
Seu estilo no ambiente de trabalho, Michelle Kodama via Yahoo! Colunistas
Seu estilo no ambiente de trabalho, Michelle Kodama via Yahoo! Colunistas: "
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
AMBIÊNCIA LABORAL: PROJETO DE LEI AMPLIA A BASE DE CÁLCULO DA INSALUB...
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
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